segunda-feira, 20 de setembro de 2010

grande amizade.


Nesta vida acontece de tudo, meros encontros e desencontros, num deles apareceu uma rapariga muito bonita, loira…Essa mesma que transformou o meu coração, que me ajudou na pior fase da minha vida, que me deu os melhores conselhos, que me mostrou a vida de uma maneira que eu não conhecia, ensinou-me a caminhar pelos meus próprios passos, sem ter uma sombra comigo, ensinou-me a amar e a ser amada, ensinou-me duas palavras fundamentais no ser humano “amor & amizade” essas mesmas que muita gente desconhece, toda a gente ama sem saber o seu verdadeiro significado, toda a gente tem amigos, mas a maior parte deles todos são falsos… E esta maravilhosa rapariga deu-me o mais belo amor de amizade que nunca ninguém me tinha dado, porque será? A resposta está na cara de quem quer ver, ela sim era uma amiga VERDADEIRA, alguém q nunca nos abandona INDEPENDENTEMENTE de tudo, e eu hoje digo com o maior ORGULHO que não vivo sem ela, ela deu-me tudo o que eu estava a precisar, soube ajudar-me sempre no momento certo, sem nunca me julgar! Eu errei, como toda a gente erra e ela mesmo assim me apoiou/ajudou a voltar atrás e pedir perdão, não estou a dizer que não foi difícil assumir as culpas, mas na verdade tinha de o fazer, quando se erra tem de se admitir para não voltar a errar,… Enquanto a ti, Sílvia, resta-me agradecer-te por tudo o que fizeste por mim e continuas a fazer, por cada palavra, por cada gesto… Eu sei que para se ter uma amiga de verdade não é preciso estar presente todos os dias, mas sim de vez em quando.  Um “amo-te” não chega para tudo o que sinto por ti, um “amo-te” não exprime o meu ENORME sentimento, eu preciso de ti… És a minha vida, eu admito!

uma pessoa, uma vida.

Caminhando nesta rua sem fim, eu percebi o quanto é mau perder a pessoa que mais gostamos, habituei-me a ti como nunca me tinha habituado a ninguém, contigo aprendi o verbo “amar” e a ser feliz, contigo senti-me como nunca me tinha sentido em toda a minha vida, mas tudo acaba…Nada dura para sempre, é apenas um limite de tempo onde umas pessoas são “mais longas” do que outras, e desde que te perdi a ti, perdi o rumo da minha vida, desde que tu deixas-te de sorrir para mim, eu deixei de sorrir para o mundo, desde que me tiras-te toda a felicidade, eu nunca mais fui feliz, desde que me abandonas-te, eu abandonei o mundo, eu quando te tinha comigo de “lado-a-lado” eu sentia-me segura, agora nem sei o que é ser protegida,  sempre me disseram que companhia não significa segurança, mas na tua companhia eu era segura, sentia-me bem, protegida… Não quero que voltes, porque agora eu já não sei quem sou, já me perdi. Quero apenas recordar o passado intensamente vivido, quero apenas poder dizer que algum dia fui feliz, neste meu mundo de 
tristeza e solidão.

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