segunda-feira, 25 de outubro de 2010

tu és de sempre e para sempre.

    Já te conheço há muito tempo, mas a nossa ligação nunca foi muito presente, passavamos uma pela outra e se houvesse um simples “Olá” era muito, mas este ano tudo mudou. Tornaste-te das pessoas mais presentes na minha vida, com quem passo a maior parte do tempo, contigo eu partilho de tudo, pois tu és a minha companhia. Em ti posso dizer que deposito total confiança, tu sabes praticamente tudo sobre mim, coisas que eu nunca pensaria contar a alguém, sabes todas as “minhas histórias”, nunca imaginei que te tornasses o que és hoje, mas confesso que eu adoro ter-te comigo, eu sei que posso contar contigo, tal como tu podes sempre contar comigo, PARA TUDO. Tu entras-te na minha vida, e eu garanto-te que nunca mais irás saír, amo-te não de sempre, mas para sempre Bruna Filipa Ribeiro Costa.

solidão.

Já não sei como seguir para a frente, já me perdi no mundo, qual será a minha direcção? Eu nem isso sei, pergunto-me todos os dias o porquê disto tudo? Nunca obtenho resposta para nada, o meu mundo a cada dia que passa parece estar mais escuro, sem qualquer sinal de um futuro rumo, a cada lágrima que me escorre pela cara eu penso em todo o passado, penso como seria o presente e o futuro dessa mesma maneira, o máximo que eu posso fazer é ficar-me nessas ilusões porque nunca conseguirei converter na realidade de hoje, já desisti de todos os meus sonhos, já perdi quem não queria perder, já fiz sofrer quem nunca o mereceu, eu estou farta deste vazio em mim, quero voltar aquilo que eu era… 
quero sorrir e ser feliz!

domingo, 24 de outubro de 2010

para mim chegou ao fim.

Tudo aquilo que me restava de ti desapareceu, mas para sempre, tenho a certeza. É como se eu tivesse feito uma promessa a mim mesma que nunca mais ias voltar, porque eu não quero mais que isso aconteça, fartei-me de ti, fartei-me de me falarem de ti, chega. Cada vez acredito mais naquilo que dizem, um «para sempre» nunca dura, quando se diz que é para a eternidade é quando acaba mais depressa! Fechei o meu livro que só tinha o teu nome, esse? Já foi para queimar, está "morto e enterrado" e algo que morre não volta, tal como tu. E quando penso naquilo que algum dia já fomos sinto-me mal, e culpo-me por te ter deixado seres aquilo que foste em mim, culpo-me por te ter amado, culpo-me por ocupares uma grande parte de mim, mas também não tenciono pensar mais no passado referente a ti. Desde que partis-te, a minha vida deixou de ser uma ilusão. Agora só agora é que eu sei o que é estar feliz, com gente de verdade. Não mereces-te nem uma única coisa que fiz por ti, mas também o que já lá vai, lá vai. morres-te.    

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